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Poesia concreta!

Junho 16, 2008

Mais uma!

Desta vez é a minha poesia concreta!

 

Poesia Concreta

Junho 5, 2008

Augusto de Campos

Rosa para Gertrude - 1988

Fonte: http://www2.uol.com.br/augustodecampos/poemas.htm

 

Desenhar com palavras, a poesia concreta é um jogo de palavras, o autor brinca com as letras escrevendo de uma maneira que elas transmitam a mensagem desejada não apenas pelo seu significado mais também pela imagem que ela forma.

Thais Viana

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BEBA COCA COLA

Abril 26, 2008

Décio Pignatari [20.08.1927, São Paulo SP]

Poeta, ensaísta, tradutor, contista, romancista, dramaturgo, publicitário e professor, nasce em Jundiaí, São Paulo, filho de imigrantes italianos, mas cedo transfere-se para Osasco, onde mora até os 25 anos. Publica seus primeiros poemas na Revista Brasileira de Poesia, em 1949. No ano seguinte, estréia com o livro de poemas, Carrossel, e, em 1952, funda o grupo e edita a revista-livro Noigandres, com os amigos, os poetas irmãos Haroldo de Campos (1929 – 2003) e Augusto de Campos (1931). Em 1953 forma-se em direito pela Universidade de São Paulo - USP – e em seguida viaja para a Europa, onde passa dois anos, mantendo contatos com diversos intelectuais. Em 1956, o grupo Noigandres lança oficialmente o movimento de poesia concreta, durante a Exposição Nacional de Arte Concreta no Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP, que no ano seguinte é realizada no saguão do Ministério da Educação e Cultura – MEC, Rio de Janeiro. Em 1956, o grupo lança o Plano-piloto para Poesia Concreta, síntese teórica de seu trabalho poético, traduzido em diversas línguas. Em 1965, ainda com Haroldo e Augusto de Campos, lança o livro Teoria da Poesia Concreta. Além de escritor, faz pesquisas na área de semiótica: em 1969, ajuda a fundar a Association Internationale de Sémiotique – AIS -, na França, e, em 1975, participa do lançamento da Associação Brasileira de Semiótica – ABS. Em 1999, muda-se para Curitiba.

http://www.poesiaconcreta.com.br/poetas.php?poeta=dp#

O poema chama a atenção, pelo fundo vermelho, e pela brincadeira com a mistura das palavras ou mesmo das letras, que nos leva a vários significados.

 

Regiane Abreu Morais

Augusto de Campos – Pulsar, 1975

Abril 25, 2008

Augusto de Campos [14.02.1931, São Paulo SP]
Augusto Luis Browne de Campos

Poeta, tradutor e ensaísta, nasce em São Paulo, irmão mais novo do também poeta, tradutor e ensaísta Haroldo de Campos (1929 – 2003). Em 1949, é publicado na Revista Brasileira de Poesia, do Clube de Poesia de São Paulo, ligado à chamada Geração de 45. Em 1951, estréia em edição independente com o livro de poemas O Rei Menos o Reino. No ano seguinte, com o irmão Haroldo e o poeta e ensaísta Décio Pignatari (1927), forma o grupo Noigandres e edita a revista-livro homônima. Em 1955, publica, no segundo número da Noigandres, uma série de poemas em cores, Poetamenos, considerado o marco inaugural da poesia concreta no Brasil. A própria expressão “poesia concreta” aparece pela primeira vez como título de um artigo seu, surgido no mesmo ano. Em 1956, participa da organização da Exposição Nacional de Arte Concreta no Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP – que, um ano depois, é montada no saguão do Ministério da Educação e Cultura – MEC – no Rio de Janeiro. Em 1958, publica, em Noigandres 4, o Plano-piloto para Poesia Concreta, novamente com seu irmão Haroldo e Décio Pignatari, que, juntos, lançam, em 1965, o livro Teoria da Poesia Concreta. Sua obra valoriza a utilização de recursos tecnológicos  e a interação da poesia com a música. Como tradutor de poesia, especializa–se na obra de autores de vanguarda, como Ezra Pound (1885 – 1972) e James Joyce (1882 – 1941), e, como ensaísta, no resgate de autores como Sousândrade (1833 – 1902) e Pedro Kilkerry (1885 – 1917).

Fonte – Biografia: http://www.poesiaconcreta.com.br/poetas.php?poeta=ac#

Fonte – Imagem: http://www.poesiaconcreta.com.br/poema/pulsar.html

Muito bom!!! Essa poesia consegue inovar e trazer de uma maneira totalmente louca uma mensagem fofa que se estivesse exposta de forma convencional talvez não chamasse tanta atenção. O autor foi preciso e trouxe modernidade para seu texto.

Michele Sabino

Poesia Concretaaa

Abril 25, 2008

A poesia concreta é diferente e chama muita atenção daqueles que as lêem. Também é menos cansativa de se ler, é divertida.  Esta poesia acima é diferente, pois tem poucas palavras, tem letras grandes e tem um textto básico e interessante.

 

 

Por  Camila Petruncko