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Camila Petrunkooo…. olimpíadas

Março 28, 2008

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Ao compararmos a matéria do jornal, da edição de 23 de Agosto de 2004, com o ano em que estamos, o que temos em comum é que é época de Jogos Olímpicos. A edição do jornal mostra ilustrações de uma das apresentações da ginasta Brasileira Daiane dos Santos. O texto mostra também, com muitas imagens, os saltos diferenciados de Daiane, sua arma contra as concorrentes.

Assim, a partir da infografia aqui exposta, podemos analisar mais detalhadamente as informações que nos passa o texto, que são muito interessantes. É um texto fácil de ser entendido por a maioria de pessoas que o verem e o lerem.

São Paulo imprevisível

Março 28, 2008

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O tempo de São Paulo é muito imprevisível, as estações não correspondem ao seu real significado. Quando os paulistanos encontram uma notícia de que o tempo será favorável muitas vezes caem na ilusão, o tempo noticiado favorável acaba se tornando uma tarde fria e chuvosa. Estando acostumados com isso é muito comum pessoas saírem em baixo de um sol devastador com um guarda-chuva na bolsa, carro ou nas próprias mãos. O que acontece diariamente é a chuva em lugares isolados o que não é entendido, afinal, chuva isolada sobre um sol escaldante. Não acostumado com as chuvas isoladas é imprescindível um “kit tempo” afinal, não dá para adivinhar o que vem após a próxima esquina. O mais aterrorizante desse tempo imprevisível é estar assistindo o noticiário com um sol na janela e ver que em certos lugares houve enchente devastadora, seria erro do jornal matinal? Seria culpa do São Pedro? Culpa do efeito estufa? Com um clima imprevisível não há em quem colocar a culpa muito menos no meteorologista. Olhando o jornal  Folha de São Paulo podemos ver que além dar falsas esperanças o mapa é ilegível e confuso. Caindo novamente no conceito  das chuvas isoladas, o mapa não é esclarecedor o suficiente. Com as cores escuras indicando o isolamento ainda assim é nada esclarecedor, mas é o que acontece diariamente nos jornais matinais. Com um tempo confuso, como o de São Paulo, um jornal mais esclarecedor e simples seria muito mais eficaz para aqueles que ficam o dia inteiro de fora e mesmo estando acostumados com tempo ainda são pegos de surpresas. Resta levar sempre uma blusa e um acessório que é como dizem: “um homem prevenido vale por dois!”.

Por Juliana Carvalho

Os primórdios da infografia

Março 28, 2008

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 Ao analisar o primeiro infográfico criado no mundo, nota-se que não possuía nenhuma informação escrita apenas imagens e algumas letras espalhadas pela imagem. Acredito que a explicação de cada letra estaria no contexto vindo abaixo dessa infografia. Hoje, século XXI, a maioria das infografias são compostas por gráficos e ou desenhos ambos com legenda ou explicação. Tendo como contexto a cidade de Londres, não se entende muita coisa. Um amontoado de desenhos pelo pouco que se entende são barcos que chegam a um determinado local que não se sabe ao certo onde, mas que é próximo de dois castelos e acho eu uma vila cercada por arvoredos. Esse infográfico não responde as famosas perguntinhas conhecida por nós jornalistas o quem, como, quando, onde e por que. A legenda debilitada só informa o local e a data de acontecimento. Existe também um cidadão perdido no meio desse amontoado de imagens flutuantes e sem contexto ou lógica diante da não leitura do texto para entendimento da infografia. O que seriam essas letras também perdidas? Sem o texto para a identificação fica difícil o pleno entendimento da figura acima. Bem primata e aprimorado no decorrer do tempo, o infográfico torna o entendimento da matéria essencial transportando o leitor para o local dos acontecimentos.

Por Aline Anjos