Posts de Maio, 2008

História de um camêlo

Maio 31, 2008

 

25 de março tem histórias pra contar

Manhã de domingo26 de abril de 2008,para maioria das pessoas a rua 25 de março no centro de São Paulo é uma espécie de paraíso do consumo. Nas lojas ou nas bancas das centenas de camelôs se encontra de tudo um pouco:Bolsas,brinquedos,perfumes,bijuterias,cortador de legumes,além das cópias de Cds e DVD’s piratas .

 

 

Naquela mistura de gente, empurra-empurra ,musica alta, uma voz meiga misturava-se aos gritos dos inúmeros camelôs que ali estavam a trabalhar .É a voz de uma jovem senhora alegre e comunicativa , em meio a toda aquela confusão, dedicava-se atenciosamente a vestir uma bonequinha barbi.

 

Zefa das bonecas, assim que é conhecida carinhosamente pelas pessoas da rua 25 de março ,seu verdadeiro nome, Josefa dos Santos 50 anos de idade ,20 deles como camelô,em especial com vendas de roupinhas de bonecas que ela mesma diz confeccionar.

Patricia Morais 381914-0

Bruna Campoi 932059-8

 

Uma parceria que deu certo

Maio 31, 2008

 

GRAACC ABRAÇA CASA RONALD

Instituições firmam parceria contra o câncer infantil.

 

A Casa Ronald São Paulo é uma unidade gerenciada pelo Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAACC). Duas instituições sem fins lucrativos que firmaram uma parceria em prol as crianças e adolescentes com câncer. Essa parceria deu-se inicio em uma visita ao local pelo presidente das redes Ronald Mc Donald’s .O graacc participou pela primeira vez do Mc dia feliz em agosto de 1992 desde então o grupo recebe apoio desta instituição, durante este período já foram repassados mais de 18.7 milhões. Além da construção da Casa Ronald, a captação dos recursos vem sendo utilizada nos diversos projetos geridos pelo Graacc. As doações são administradas pelo grupo onde são realizadas auditorias financeiras. “Tudo é muito transparente”, diz o voluntário, Anderson Salles, 21 anos, estudante de administração da USP-SP. Os voluntários se revezam entre o graacc e a Casa, somando um total de 350, são 4hs por semana de segunda à sexta, ou um final de semana sim outro não, em grandes eventos como o Mc dia feliz, esse numero pode passar de mil. Essa parceria foi firmada nos moldes internacionais, pois a casa integra o maior sistema global de casas de apoio da Ronald Mc, ela se compromete em oferecer os mais altos padrões de conforto e segurança, com manuais padronizados internacionalmente, de operações e gerenciamento. Segundo Lourdes Hatumi Nogata, 51 anos, engenheira e voluntária a mais de oito anos, a união destas duas instituições depende de um contrato, não vitalício, mas com responsabilidades, pois envolve vidas de pessoas inocentes.


 

A casa Ronald significa a possibilidade, de conseguir dar seqüência ao tratamento, antes abandonados por muitos, pelo fato de não ter como se manter em São Paulo. “ Essa parceria se tornou muito importante no combate ao câncer infanto-juvenil ”, lembra a voluntária Lourdes.

 

Patricia Morais

O Graacc é beneficiado pelo Mc lanche feliz dede 1993, durante este período já foram repassados mais de 18.7 milhões. Que alem da construção da casa Ronald, vem sendo utilizado nos diversos projetos geridos pelo grupo.

 

Uma casa que acolhe crianças em tratamento contra o câncer

Maio 31, 2008

 

CASA RONALD

Uma casa longe de casa.

O conceito da Casa Ronald é bem claro trata-se de “uma casa longe de casa” ou “uma casa distante de casa”, como é há mais de trinta anos. O projeto começou em 1974 na Filadélfia (EUA), quando um jogador de futebol americano, cuja filha tinha câncer, uniu-se ao hospital infantil local e ao McDonald para implantar a primeira casa de apoio para hospedar crianças em tratamento de câncer. Hoje são mais de 270 instituições similares em 28 países, com 6 mil quartos disponíveis e 30 mil voluntários. Três destas casas estão no Brasil elas tem como objetivo estabelecer os padrões internacionais de instalação e operação, que garantam um bom atendimento às crianças e adolescentes em tratamento de câncer. A Casa Ronald em São Paulo é a terceira casa do país e está situada no Planalto Paulista, ela e as outras, uma no Rio de Janeiro e no ABC, são sinônimos de esperança para centenas de crianças hospedadas em suas dependências. Desde 12 abril de2007,

quando foi sua inauguração em São Paulo, ela já hospedou mais de 150 crianças. Possui 30 quartos individuais. Sendo quatro especiais para o acolhimento de transplantados. Além de um cômodo contíguo para receber o doador da medula. A construção da Casa Ronald McDonald São Paulo custou três milhões de reais, que foram arrecadados com doações de empresas, pessoas e com as campanhas do Mc Dia Feliz. Atualmente estão hospedas, mais de 18 crianças e seus familiares de várias regiões do país. A Casa oferece gratuitamente alimentação, transporte, recreação, passeios, assistência social e psicológica às crianças, adolescentes e seus responsáveis.Para tirar o foco da doença as mães participam de oficinas diarias onde apreendem artesanato , bijuterias, aulas de biodança, para futuramente usar os aprendizados como uma fonte de renda extra , comentou a funcionária Marta Mingioni coordenadora geral da casa. Ressaltando que a mãe equilibrada e feliz a criança sente-se feliz, com isso as chances de cura e recuperação acabam aumentando.A Casa possui convênio com a Secretaria Municipal de Educação, oferecendo três vezes por semana, reforço escolar,através da escola móvel, para que as crianças não fiquem completamente afastadas dos estudos.A Casa Ronald São Paulo completara o trabalho já realizado,pelo graacc ,no apoio as crianças e adolescentes com câncer,segundo a coordenadora lá trabalham hoje três funcionários,e 56 voluntários que se revezam em turnos.A construção levou quatro anos para ser concretizada .”Um de nossos maiores sonhos tornou-se realidade ,mas só conseguimos chegar lá porque muitas pessoas sonharam junto com a gente”,finalizou Marta Mingioni

Patricia Morais

Maio 31, 2008

 

Inclusão social na vida dos

Catadores de lixo de São Paulo

 

Dignidade e cidadania sem precisar trocar de profissão

 

Catadores de lixo estão conseguindo a inclusão social em suas vidas e saindo da miséria sem precisar trocar de profissão.

Catador há 20 anos, o pernambucano que vive em São Paulo, Janderlei de Almeida, 46, se diz satisfeito com o trabalho ao revelar que sua renda mensal pode chegar a mil reais, a renda é proporcional à quantidade de material coletado. Apesar de tirar o sustento da família, Janderlei conta que o trabalho no lixão é duro, e reclama que freqüentemente se machuca. “Tinha um amigo que morreu de hepatite, porque se feriu com seringa contaminada”, lamenta.

Mesmo utilizando luvas, os catadores de lixo correm risco de contrair doenças como hepatite, leptospirose (doença transmitida pela urina dos ratos), além de se contaminar com micróbios.

Outros catadores também estão em busca do seu ganha pão, é o caso da dona Nilzete de Oliveira, 53 anos moradora da Vila Maria, apesar dos problemas diz gostar de ser catadora de lixo “Não tem vida melhor do que está. Sou a minha própria patroa, e consigo sobreviver”, comemora.

Com a vinda das cooperativas de catadores de lixo, muitos deles como a dona Márcia de Jesus que faz parte da cooperativa Coopamare, estão deixando lembranças tristes de lado e resgatando a dignidade e a auto-estima. “Eu sou cidadã”, definiu Márcia.

Os catadores fazem um processo de separação. Separam jornais, revistas, garrafas plásticas, latas, papelão e outros produtos recicláveis do material orgânico.

A população adotando medidas simples estaria preservando o meio ambiente e a saúde dos catadores, a coleta seletiva com o apoio da prefeitura, integra socialmente os catadores, assegurando estabilidade na atividade, comentou Nonata Ribeiro da cooperativa Coopamare de São Paulo.

 

 

Coleta seletiva é a ação mais adequada para o estado de São Paulo

 

 

A coleta seletiva traz benefícios para o meio ambiente, colaborando com a limpeza urbana do estado de São Paulo, integrando socialmente a comunidade e os catadores de lixo.

Uma forma de trazer orgulho, reconhecimento e estabilidade de um ganho seguro para essas famílias, tirando-as da miséria e exclusão social, assim melhorando suas vidas, finalizou Nonata Ribeiro.

 

Patricia Morais Ra:381914-0

Bruna Campoi R:932059-8

Infografia palestra de Jornalistas

Maio 31, 2008

 

Conferência de jornalistas no dia internacional da mulher.

 

 

 

Primeira edição News Camp-fala sobre blogues universitários,para estudantes de jornalismo.

 

Na tarde de sábado do dia oito de março ,dia internacional da mulher,foi realizado a primeira edição News Camp-conferência de jornalistas,onde a professora universitária Renata Aquino,juntamente com outros profissionais de jornalismo proferiram uma palestra sobre blogues universitários para estudantes da área. Renata falou sobre o inicio dos blogues universitários,a chegada do WordPress, nas universidades entre outros assuntos relacionados colocados em pauta.

A professora relatou que o trabalho realizado nas universidade , é com todo o grupo, mas cada aluno realiza seu trabalho individualmente . O trabalho nas salas de aula é realizado com estudantes de varias classes sociais onde ,cada um possuem idéias e comportamentos diferentes, mas todos com um único propósito ,buscar a própria identidade,os blogues universitários estão com uma abordagem mais ampla ,não focados em uma só ideologia,comentou ela. Segundo o jornalista Gilberto Pavani , os blogues podem falar de vários assuntos,como tecnologia , política , e até assuntos pessoais,ele também aconselha os estudantes ali presentes a fazerem seus próprios blogues ,da dicas de algumas regras básicas para se criar um blogue ,como por exemplo:Quem poderia ter um blog ?Todo mundo. Quando publicar ? Sempre que tiver algo a dizer. O que publicar ? Algo que só a pessoa teria condições de expor. O jornalista ainda argumentou dizendo que um blogue ,não funciona como um jornal ou revista,por o fato de que é publicado,no blogue o público alem de consumir ,acaba complementando a publicação tornado o processo em uma publicação coletiva. A professora Renata ainda finalizou dizendo que a maior preocupação dos professores é com o conhecimento e a formação de futuros jornalistas.

 

 

Patricia Morais

RA:381914-0

Professora :Renata Aquino

Matéria

Palestra News Camp-conferência de jornalistas

08/03/2008

 

Poesia Concreta

Maio 31, 2008

 

POESIA CONCRETA E OBJETIVA

JANEIRO/FEVEREIRO
Calendário Philips 1980


Nem só a cav
idade da boca

Nem só a língua

Nem só os dentes
e os lábios

fazem a língua

Ouça
as mãos
tecendo a língua
e sua linguagem

É a língua
têxtil

O texto
que sai das
mãos
sem palavras

Décio Pignari

COMENTÁRIO

Em minha modesta opinião ,a poesia concreta,é tudo que não seria subjetivo ,mas sim uma linguagem correta,direta,e objetiva,chama muito a atenção dos leitores,e é gostosa de ser lida.

Patricia Morais e Bruna Campoi

Cronica

Maio 31, 2008

 

O medo de Antonieta Maria

 

 

Ao deixar o metrô, Antonieta Maria avista a catedral da Sé e se lembra da última vez que entrou na Notre Dame de Paris.

 

Ela decide subir as escadas; tem a mesma sensação de 2003: o silêncio absoluto é música, é o intervalo entre duas notas musicais.

 

Antonieta Maria passa a mão sobre uma coluna de mármore, se acomoda em um banco mais à esquerda e percebe ainda a dimensão opressiva daquele ambiente arquitetônico.

 

Em silêncio, é tomada por incontáveis pensamentos, aparentemente desconexos.

 

E se recorda dos últimos acontecimentos do País, do cárcere, das audiências, dos advogados.

 

Antonieta Maria se recorda que conseguiu sobreviver, durante 500 dias, em uma prisão, sem julgamento, sem sentença.

 

Antonieta Maria se recorda do jovem advogado que lhe ofereceu a melhor defesa.

 

Antonieta Maria se recorda que, em outra ação penal, em trâmite na mais alta corte do País, a acusação pediu a prisão de supostos 42 ladrões por supostos crimes de desvio de muito dinheiro público, de lavagem de dinheiro e de evasão de divisas.

 

Antonieta Maria se recorda que o relator indeferiu o pleito fundamentando que não há os requisitos legais quanto ao decreto prisional.

 

Antonieta Maria se recorda que, na ação penal em que é ré, o magistrado provinciano decretou a prisão de mais de 42 cidadãos, e não há desvio de dinheiro público, não há de lavagem de dinheiro nem evasão de divisas.

 

Ainda submersa em seus pensamentos, ela está deprimida e sem qualquer vontade porque o passado é perturbador, porque o presente não tem importância – a vida continua, somente – e porque o futuro é incerto…

 

E ela não descartou a hipótese de praticar o suicídio, de perder a vida tal qual aquela famosa rainha, esposa do rei Louis XVI.

 

Em um gesto brusco, Antonieta Maria fica em pé e passa novamente a mão sobre a coluna de mármore, desce os degraus da escada e vai ao encontro do jovem advogado.

 

 

 

 

Patricia Morais

RA:3819140

” Cancioneiro” o mais novo jornal universitário

Maio 31, 2008

 

A Mão Branca uma história de dedicação aos Idosos.

 

 

Paz, harmonia, amor, são algumas características que se presencia ao entrar na “A Mão Branca”, Associação Beneficente de amparo aos idosos.

Fundada em 12 de março de 1912, completou neste ano, 96 anos de missão ao atendimento aos idosos, em regime de internato e semi-internato, sem qualquer tipo de preconceito e distinção.

Esta associação nasceu do desejo de um grupo de senhoras Sírio-Libanesas que se reuniam num salão de uma Igreja Ortodoxa, com a finalidade de cuidar das pessoas carentes, distribuindo mantimentos, auxílio hospitalar. Pelo fato de muitos idosos não terem apoio dos familiares, motivou o surgimento do atendimento aos idosos, nascendo assim a Mão Branca.

Em 1940 a associação adquiriu um terreno com 9.000 metros na Avenida Santo Amaro. Hoje possuí mais de 4.000 metros de construção, além de uma capela e uma igreja para dar conforto aos residentes; 5.000 metros de alamedas e jardins, onde estão abrigados cerca de 158 idosos.

Na região de Cotia recentemente foi comprada uma área de 200.000 metros, no km 26 da Rodovia Raposo Tavares, que será construído um conjunto habitacional para o lazer de todos da 3º idade, as propriedade da entidade são oferecidas por doações.

A atual presidente da associação, Elizabeth Camasmie Zogbi, disse: “Hoje a época é outra, nos adaptamos e revolucionamos a estrutura da casa, para atendê-los da melhor forma”.

O Trabalho voluntário da entidade destaca-se por sua organização e diferencial, conta com 80 voluntários, que são distribuídos em grupos os auxiliam a fazer trabalhos recreativos, como: artesanato, bingo, alfabetização, jogos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Há passeios e festas realizados mensalmente, e conta também com uma equipe de profissionais dedicados, como: Enfermeiros, Nutricionista, Médico Geriatra e Assistente Social, que acompanham a rotina de cada morador.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Thelma Braga, Terapeuta Ocupacional, trabalha a dois anos na Mão Branca, declara: “O nosso trabalho requer muito amor e dedicação, pois é desta maneira que cumprimos a nossa missão aqui com eles”.

A Mão Branca tem um significado muito profundo, pois é a mão pura, que ajuda estendida ao necessitado”. Finaliza Elizabeth.

 

 

Patricia Morais

Bruna Campoi

 

 

 

Matéria sobre dislexia nas universidade

Maio 31, 2008

Letras trocadas

Disléxicos podem pedir tempo extra para fazer provas

Para diagnosticar o distúrbio, é preciso ter um laudo da ABD (Associação Brasileira de Dislexia)

Há alguns anos, os portadores de dislexia eram confundidos com pessoas incapazes em razão do baixo rendimento escolar.

Cláudio Aparecido Peta, estudante universitário de matemática, se emociona ao lembrar das dificuldades que enfrentou ao longo da vida escolar. “Era considerado o menino burro da sala”, disse. Atualmente, Cláudio recebe da universidade trabalhos especialmente destinados a portadores dessa disfunção cerebral e as provas são aplicadas individual e oralmente com maior tempo de realização, além um periódico acompanhamento psicopedagógico e psicológico.

Conforme pesquisas realizadas pela Associação Brasileira e Internacional de Dislexia, trata-se de uma dificuldade de aprendizagem de origem neurológica, que hoje atinge de 10% a 15% da população. A dislexia deve ser diagnosticada no começo do aprendizado, facilitando a formação universitária.

O disléxico é uma pessoa como qualquer outra e merece respeito. O melhor a fazer é o diagnóstico, em qualquer idade”, diz a psicóloga, especialista em psicologia clínica, da Associação Brasileira de Dislexia (ABD), Dr. Tânia Valéria Penna Oliani. Ela lembra que a dislexia não é uma doença, é uma disfunção cerebral Albert Einstein é um clássico exemplo de disléxico. O tratamento será de acordo com a necessidade da pessoa, mesmo quando o diagnóstico é tardio, como o caso do estudante Cláudio.

O Ministério da Educação (MEC) também está de olho nos distúrbios de aprendizagem e tem conhecimento sobre a necessidade de mudança curricular.

Alguns dos principais sintomas são:

a) dificuldade na leitura e escrita;
b) memória imediata prejudicada;

c) dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;
d) dificuldade em nomear objetos e pessoas;
e) dificuldade com direita e esquerda;

f) dificuldade em organização;

g) conseqüentemente, prejuízo quanto aos aspectos afetivos-emocionais, resultando em muitos casos em depressão, ansiedade, baixa auto-estima.

A assessoria da ABD lembra que, entre cem suspeitas de dislexia, três são confirmadas. Estudos recentes apontam para uma descoberta neurofisiológica que seria capaz de justificar a falta de consciência fonológica do disléxico. Mas, embora as principais instituições de estudo aceitem atualmente a teoria de uma origem genética, oficialmente a dislexia ainda é um distúrbio sem causa definida. A ABD (Associação Brasileira de Dislexia ) atende gratuitamente pessoas com sinais de dislexia, que comprovem ausência de recursos para custear a avaliação multidisciplinar.

Mais informações:

[email: contato@dislexia.org.br]

[site: www.dislexia.org.br]

[telefones:(11) 3258-5768 e (11) 3258-8267]

 

 

 

Patricia Morais RA: 381914-0

Bruna Campoi RA: 932059-8

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jornalismo “preto no branco”! E sem dormir no ponto… oops. às vezes pode. rs*

Maio 31, 2008

Por Vinicius Curaçá