Nem Con, nem Creto

By alunoschacara

Nem só a cav
idade da boca

Nem só a língua

Nem só os dentes
e os lábios

fazem a língua

Ouça mais
as mãos
tecendo a língua
e sua linguagem

É a língua
têxtil

O texto
que sai das
mãos
sem palavras

Décio Pignari
link:net.poesia

COMENTÁRIO

Em nossa modesta opinião, a poesia concreta, é tudo que não seria subjetivo, mas sim uma linguagem correta, direta e objetiva. Chama muito a atenção dos leitores e é gostosa de ser lida.
O poema transforma-se em objeto visual, valendo-se do espaço gráfico como agente estrutural: uso dos espaços brancos, de recursos tipográficos, etc.; em função disso o poema, além de lido é visto.

Patricia Morais e Edgar Banatto

 

 

 

3 Respostas para “Nem Con, nem Creto”

  1. Blogagem Coletiva “Abre Aspas” « Acqua Disse:

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  2. Blogagem Coletiva “Abre Aspas” - Zona Blog Disse:

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  3. Ana Disse:

    ex
    ato!

    concordo! é uma delícia de ser lida! e vista!

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